E nada mudou...

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"ta de sacanagem.." Esse foi meu pensamento quando li a noticia que o elenco voltou de ferias sem contratações e sem dispensas, e acho que muito torcedor pensou assim também.

16 dias não foram suficientes pra estudar o elenco, fechar com reforços e mandar embora muito vagabundo que esta no grupo, ou sera que a omissão, característica marcante da gestão passada, esta infectando esta diretoria? Parece ne...

Pra completar, ainda tive que digerir o Andre Santos dizendo que os jogadores precisam mudar a posturar, ter outra atitude. Logo você falando isso Andre Santos? Brincadeira hein.. Um dos mais desinteressados vindo a mídia querendo dar lição de moral no elenco é dose.

Ah, e cade o nosso capitão? Se é que temos um... Não fala nada, se esconde atras do status de ídolo que muitos torcedores o colocam, e vai enganando mais um ano. Não se surpreendam se a partir de outubro aparecer um interesse do Internacional e ele começar a jogar bem pra cavar aquela renovação de contrato marota...

È meus amigos, ta difícil, sem percepção de mudança. Parafraseando a "queridíssima" Marluci Martins: REAGE MEU FLAMENGO!
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Tente. Se capaz, justifique.

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Ney Franco partiu, no jogo de hoje, para um tentativa desesperada de justificar o injustificável. Mas tentou. E esse será seu ideal até o fim do contrato firmado há pouco menos de um mês:

Tentar justificar o injustificável.

Ney é um mineirinho pacato, sujeito simpático e politicamente correto. Mas não um merecedor do salário astronômico que recebe. E sabe disso.

Barrou alguns, mexeu em outros. Inventou uma nova formação jamais testada para fazer do seu pioneirismo, uma fórmula genial para o sucesso, e assim, justificar. Mas era assombrado pelo temor da rejeição, desconfiança e possibilidade de piorar o péssimo. 

E, por incrível que pareça, não piorou. Melhorou, dentro do possível. Mas, ainda assim, não fez o melhor.

Errou ao barrar o único camisa dez do time. Mugni ainda está verde, mas é promissor e precisa de sequência. Vai queimar o cara agora? 
E Cáceres? Por quê barrá-lo?  
Independente dos critérios usados para justificar isso, são dois jogadores que, indiscutivelmente, devem estar, no mínimo, entre os relacionados para todos os jogos.

Acertou no que diz respeito às barrações de André Santos e Elano. Sem os dois cânceres, viu-se um time muito mais leve e aguerrido. E dessa vez, não só apenas nos dez primeiros minutos, mas em grande parte do jogo. 

O excesso de desfalques do time do Santos resultou em uma proposta absolutamente defensiva da equipe paulista, e, logo, convidativa para investidas rubro-negras em ataques mais ousados e em maior volume. Mas a bem-armada equipe de Ney Franco não tinha qualidade para isso. Atacava porque era imposta a atacar, mas sem qualidade alguma.

A falta de um cadenciador no meio-campo vem resultando em repentinos desgastes de Paulinho e Everton, que precisam se virar para chegar ao ataque. E hoje, além de jogar sem o homem do último passe, o Flamengo jogou também sem o homem do último toque. 

Paulinho, curinga, foi zagueiro, lateral, atacante, e...

Por falta de opção, o "homem do último toque".

E, o improvisado homem do último toque, no último toque...

"Ah, Paulinho..."

Ney Franco piorou o péssimo?

Mas e se invés de "Ah, Paulinho...", 

"Paulinhoooo!!!"

Ney Franco gênio? 

Ney foi, ao menos, capaz de tentar.

Srn,
Pedro Caruso.

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E o lobo mau...

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Foram 10 minutos de uma apetitosa vibração e uma breve impressão de que o trem poderia estar andando nos trilhos, pelo menos por hoje. Pois tinha que andar.  O Flamengo fez o gol com essa cara. Numa jogada aparentemente perdida, Everton tomou a frente de dois marcadores, cruzou para a área. Com muita vontade, Paulinho meteu a cabeça na bola e 
abriu o placar. Fazia um a zero com onze minutos de jogo.

Mas era só. Era o limite de uma equipe limitada, que insiste em se limitar ao ridículo, à mesmice, ao pouco caso. 

Que pouco caso! 

A vibração tinha validade de um gol. E após ele, era como aceitar o que viesse, o que o acaso impusesse, o que a competência do Bahia permitisse. Ou, ainda, até onde a camisa jogasse e a bola não quisesse punir.

Tava mais pro acaso, pra camisa, pra bola.

O Bahia chegava mais, e com mais perigo. Finalizava muito. André Santos incansável no que se propunha a fazer. Absolutamente eficiente em seu objetivo. Cumpriu seu papel de covarde e omisso mais uma vez. O lado esquerdo ocupado por ele era uma avenida gigantesca.

Seria cômico se não fosse tão grotesco!

O acaso atuava em conjunto com a camisa... A tal camisa. Mas ela não seria capaz de suportar tanta incompetência de quem a vestia. Porque, ainda que gigante e de um poder soberbal e astronômico, há de convir o momento certo de atuar. E isso inclui merecimento.

E não. O Flamengo não merecia. Porque assim como a camisa salva, a bola pune. A camisa jogou até a bola ser mais forte e punir, no último lance, a equipe que omitiu e abriu mão de trará-la bem.

Responsabilizar Gilberto Rodrigues Castro Junior pelo resultado é, de certa forma, coerente e aceitável. Inverter uma falta na entrada da área a dois minutos do fim da partida é ter muita vontade de aparecer. Mas, entendamos o lado do Sr. Gil: com essa face e com um vergonhoso trabalho, a única forma de aparecer é assim mesmo.

O árbitro errou. Ponto. Mas não. A culpa não foi dele, ainda que ele quisesse. 



Se o Flamengo optou por jogar esse futebol mesquinho, assumiu o risco de ser punido por um erro de forças terceiras. E nesse momento, achar que o único culpado é o árbitro é assumir um papel bizarro de covardia.

Faltam palavras, jogadores, explicações, técnico, presidente, diretoria, vice-presidente, diretor, executivo, lateral-esquerdo, lateral-direito, primeiro volante. Atacante, goleiro, time, meia, flamengo. Falta atitude. Falta Flamengo. Sobram perguntas.

Onde fostes, Flamengo?

Levar doces para vovozinha?

A estrada é bem longa, o caminho é deserto.


E o lobo mau...

Passeia aqui por perto.



Srn,
Pedro Caruso.
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Prazer, FlaBasquete

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Nação.., que jogo tenso foi esse, do jeito que os amantes de basquete gostam. Sim meus amigos, estou falando sobre o basquete, algo que queria fazer ja algum tempo.

Serie empatada em 1x1, jogo na casa do Mogi, torcida chata a beça. Mas o Flamengo provou porque é o atual campeão do NBB. Partida equilibrada desde inicio, característica que vem marcando essa semifinal. Time marcando mal, principalmente dentro do garrafão, parecia que era proibido pegar rebote, Marcelinho errando praticamente tudo que tentava.

Ainda bem que Olivinha e Laprovittola estavam bem e deixavam o rubro negro sempre a frente, mas o time paulista, principalmente com Toledo, não dava margem para um placar tranquilo.

No segundo tempo, para decidir o jogo, apareceu um reserva inspirado e o MVP da temporada passada. Felício acertou duas bolas de 3 em momentos fundamentais da partida e Marquinhos mostrou que é craque, foi o cestinha da com 29 pontos e pôs o Flamengo na frente da serie em busca de mais uma taça do campeonato nacional.

Agora precisamos de apenas mais uma vitoria para chegar a final, triunfo que pode vir na próxima segunda, quando as equipes voltam ao ginásio Hugo Ramos 19h, Em caso de derrota. o time comandado por Jose Neto tem a vantagem de fazer o quinto jogo em casa no próximo sábado.

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A chegada de Ney Franco

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 Neste momento, gostaria apenas destacar a chegada do nosso novo treinador, deixando de lado ''a forma da demissão'', ''falha na comunicação do clube'', etc, etc... Talvez, em outra oportunidade podemos falar sobre.

 Como no ultimo texto que escrevi ''É hora de mudança'', estava evidente que em 2014 o trabalho de Jayme não deu liga, e uma mudança, de fato, precisava acontecer.

 Pois bem, ela aconteceu: Jayme de Almeida sai e entra em cena, Ney Franco.

 Ney sempre foi apontado como uma ''revelação''. Este, seria, um grande treinador da nova safra/geração.

 Fez um notório trabalho no modesto Ipatinga, levando o time a ser campeão mineiro em 2005, e no ano seguinte novamente chegou a decisão, mas desta vez não levou o caneco. Ainda em 2006, surpreendeu a todos e levou o Ipatinga as semifinais da Copa do Brasil, sendo eliminado pelo Flamengo, que logo após o contratou.

 Franco teve coragem de mudar a forma de jogo do Flamengo, e sagrou-se campeão da Copa do Brasil. Já durante o Campeonato Brasileiro, alternou altos e baixos, e muitos equívocos ao trazer/indicar jogadores que com ele jogaram em Minas. Nenhum deles deu liga.

 Em 2007, o começo foi promissor. Campeão estadual sobre o Botafogo, e com um excelente resultado na 1° fase da Libertadores, seu trabalho começa a ser questionado quando o Flamengo cai nas oitavas da Liberta frente ao Defensor/URU. Eliminação que ficou conhecida pela briga do mesmo com Juninho Paulista no jogo de ida.

 Em seguida, teve péssimos resultados no Brasileirão, culminando em sua demissão. Me lembro que há muito tempo, um técnico não permanecia a frente do CRF por mais de 1 ano. Ney conseguiu. Ficou pouco mais de 1 ano.

 Em sua vida fora da Gávea passou por muitos clubes, alternando altos e baixos. Fez belos trabalhos, por exemplo, no Coritiba em 2010 e na Seleção sub-20 entre 2010 e 2012, ganhando, inclusive, dois títulos: campeonato Sul-americano e Mundial, ambos em 2011.

 Contratado pelo São Paulo, ganhou a Sul-americana em 2012 e levou o time a ficar entre os 4 primeiros no campeonato nacional. Foi demitido em 2013, muito mais por suas polêmicas com Rogério Ceni e pressão da torcida que gostaria de ver Muricy Ramalho em seu cargo do que pelos resultados no campo.

 Sua passagem pelo Vitória, pode ser considerada boa, pois pegou um modesto time e levou a 5° colocação no brasileiro, ficando a 1 ponto da zona da Libertadores.

 É fato que Ney vem de 2 anos muito bons. A impressão, é de que evolui MUITO desde sua passagem pelo Flamengo em 2006/2007.

 Não é meu treinador dos sonhos, longe disso. Mas, é muito melhor que muitos ultrapassados e superestimados que temos por aí. E seu passado recente (resultados dos 2 últimos anos) ajudam.

 Boa sorte, Ney Franco!

 Vamos Flamengo!

 @Luis_AndreCRF
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O que verdadeiramente importa.

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Nessa de insistirmos em achar um culpado entre os que vestem a camisa de jogador e comissão técnica, esquecemos dos que trajam terno e gravata e são raramente citados. Fazem um trabalho simpático, pagam as contas, mas não arcam com a nossa paixão. Os tais homens fortes do futebol do clube.

Pagar as contas e, mais do que tudo, recuperar uma credibilidade raramente vista, é um ato de heroísmo admirável e, no mínimo, respeitável. O Flamengo deve estar no topo, sempre. E estar no topo tem significado passar por um processo que exige abrir mão de determinadas vaidades, exige paciência. Exige seriedade. Exige tanta coisa... Exige até tirar do estádio o rubro-negro desdentado, o rubro-negro do radinho de pilha, o rubro-negro da geral. O rubro-negro. O rubro-negro que faz jus ao que o Flamengo é hoje. 


E são exigências que descaracterizam completamente nossa identidade. A identidade de um clube do povo, da gente, da massa. Da massa rubro-negra. De nós, apaixonados, loucos, doentes. De nós.
Doentes por títulos, vitórias, ídolos, gols. Doentes por jogadores que vistam o mais sagrado manto de todos e entendam o compromisso que assumiram ao aceitar jogar aqui.

Descaracterizados. Doentes.

No último texto, perguntei à vocês sobre a crise. Ela existe? Já existiu? Pode existir? O "Mas e a crise?" foi apenas um convite à reflexão. O Flamengo não passa por crise, e nem passará por um bom tempo. Não porque está tudo bem e nadamos num belo mar de rosas. Mas com a atual política, que parece intocável, inabalável e quer nos convencer ser inquestionável, estamos estabelecendo um limite cada vez menor. Um limite inferior, um horizonte de possibilidades e vôos cada vez menores e mais baixos. Muito aquém do que podemos. Uma realidade que se confirma, conforma e preocupa. Se acostumar a jogar para ficar no meio da tabela, e após alguns anos ser rebaixado: crise ou profecia anunciada?

Independentemente do apelo, é inadmissível passarmos um ano inteiro a mercê da boa vontade do acaso, como foi dois mil e treze. Mas automaticamente aceitamos a nova política e reconhecemos que o "clube não pode gastar no momento."
Não deveríamos aceitar. De forma alguma deveríamos aceitar essa imposição perversa, que é benéfica , mas não acalma nossa alma, nem muito menos alenta nosso coração enlouquecido e sedento por um pouco de paz, alegria e sossego.

Que é o que verdadeiramente importa: a nossa paixão.

Srn,
Pedro Caruso.

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